domingo, 3 de maio de 2015

5. METODOLOGIA

Esta Comissão e seus Colaboradores concordam com a recomendação do CEE-FILO ao MEC-SESU, em resposta ao edital 04/97, quanto à metodologia a ser utilizada nos Cursos de Filosofia, e acata como condição sine qua non para o Curso de Graduação em Filosofia da UNILAB o pressuposto de que se deve promover o contato direto com as fontes filosóficas originais, a ser desenvolvida a compreensão lógica e hermenêutica por meio de muita leitura e de discussões em grupo. Portanto, será sempre indispensável a leitura, ao menos em português e em espanhol, dos textos do(a)s autore(a)s,e que seja estimulada a leitura dos textos filosóficos nos idiomas originais. Recomenda-se igualmente que o(a)s licenciado(a)s se instrumentalizem com diversos recursos bibliográficos, didáticos e midiáticos (bancos da internet, filmes, jornais, redes de periódicos, etc), além de se habilitarem ao uso dos modernos recursos da informática.

Isso tudo sem que se perca de vista as vivências, o cultivo dos grupos de estudo, de pesquisa e de discussões. Em outras palavras, que sejam efetivamente criadas condições para que os discentes participem de excursões de estudos, a fim de que in loco reflitam sobre a realidade que estudam; uma disposição em consonância com o Projeto de Resolução anexo ao Parecer CNE/CP 28/2001, homologado em 17/01/2002, no seu Art. 1º, inciso IV, que determina para os estudantes a necessidade de 200 (duzentas) horas para outras formas de atividades acadêmico-científico-culturais.Sob esse aspecto, orientar-se-á o(a)s discentes sob uma perspectiva que lhes propicie a visão da necessidade do engajamento efetivo nos processos emancipatórios e de aprendizagem contínua, através da formação de uma consciência crítica, em vista dos problemas sócio-políticos envoltos em sua formação acadêmica e cidadã - em âmbito local, nacional e internacional.

Uma vez que essa visão de formação deve ser melhor proporcionada mediante uma articulação dialética entre teoria e prática, os conteúdos teóricos deste Projeto Político-Pedagógico (sejam cognitivos, normativos ou diretivos) devem ser complementados de forma dialética com uma dimensão prática absolutamente atuante e comprometida, fazendo com que a práxis educativa da relação professore(a)s-aluno(a)s se estenda em termos de atuação do(a) discente no meio social, notadamente no ambiente de integração internacional da UNILAB.

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